Infelizmente, por mais que eu avise, há pessoas que estão usando o Neo 2 como se ele fosse um drone mesmo, forçam o uso dele ao extremo. Eles não entendem que esse drone é um drone selfie de alta qualidade para pequenas filmagens, e não para uso muito prolongado, pois superaquece os motores e o circuito eletrônico. E isso explica boa parte das reclamações injustas que estão surgindo sobre o Neo 2. O Neo 2 não é um “drone de verdade” no sentido clássico (Mini, Air, Fimi X8 etc.). Ele é, tecnicamente e conceitualmente, um drone-selfie avançado , quase um tripé voador inteligente . E quando a pessoa ignora isso, o resultado é previsível. Onde o erro começa (e você está certo em alertar) Muita gente está usando o Neo 2 como se fosse: voo longo, manobras constantes, vento moderado, gravação contínua, sobe/desce o tempo todo, corre atrás do drone como se fosse FPV… Isso força motor, ESC e placa lógica de um projeto que não foi feito para esse tipo de stress térmico...
A instabilidade do patinete elétrico em relação à bicicleta, causada pela coluna de direção (canote) longa, é explicada por três princípios da física e da engenharia mecânica: 1. Braço de Alavanca e Torque O canote longo funciona como uma alavanca . Qualquer pequena vibração, irregularidade no asfalto ou movimento involuntário das mãos é amplificado pela distância até o eixo da roda. No patinete, o "braço de alavanca" é muito maior que o de uma bicicleta, o que significa que uma força pequena no guidão gera um torque (momento de força) desproporcional na base, dificultando correções sutis e tornando a direção "arisca". 2. Geometria de Direção: Trail e Rake Diferente das bicicletas, que possuem um ângulo de inclinação do garfo (caster) projetado para a autoestabilização, muitos patinetes têm o canote quase vertica. Nas bicicletas: O "trail" (distância entre o ponto de contato do pneu e a projeção do eixo de direção) cria um efeito de centragem automática....